Lebução fica situada em lugar alto e aprazível, na margem esquerda do rio Calvo, entre montanhas onde o tempo guardou riquezas e mistérios. A 25km da sede do concelho, goza de um clima de montanha com invernos frios, verões quentes e de paisagens deslumbrantes.

É uma aldeia tradicionalmente vocacionada para a agricultura (centeio, batata, castanha e vinho) e para o comércio de largas tradições. Em tempos remotos, Lebução, foi o centro das transacções comerciais de uma enorme área circundante, que se efectuavam por troca directa de produtos.

Monumentalmente, a Igreja abraça, do alto das suas torres sineiras, todo o casario disposto em anfiteatro e chama os fiéis à oração. É obra da renascença, de muros altos e bem alinhados, construção de uma só nave. O retábulo do altar-mor, é de apreciável valor artístico, com colunas salomónicas e motivos ornamentais e simbólicos, realçando as arquivoltas que guarnecem a abóbada polícroma da tribuna.O Orago da freguesia é S. Nicolau, mas a principal referência religiosa desta terra é Nossa Senhora dos Remédios, que tem o seu dia no calendário religioso - 8 de Setembro.

Aqui, como em todo o Nordeste de Portugal, usa-se uma linguagem oral, um conjunto de termos e expressões que, pouco a pouco, se vão perdendo com a partida dos mais idosos.

A hospitalidade está presente nas vivências diárias, marcadas por um espírito de partilha e solidariedade. A porta das casas de Lebução está sempre aberta para receber, à boa maneira transmontana, "quem vier por bem".


A ideia deste Blogue, surgiu da necessidade de preservar a identidade desta comunidade, aproximando todos os Lebuçanenses da sua terra natal.

A feira do Folar de Valpaços

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Igreja Matriz de Valpaços / Igreja de Santa Maria Maior



Igreja Matriz de Valpaços / Igreja de Santa Maria Maior

Localização: Vila Real – Valpaços – Valpaços
Protecção: Não definido. Monumento descrito pela Direcção – Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. 
Descrição:
Edifício de planta longitudinal de nave única, delimitado exteriormente por pináculos. Os muros encontram-se flanqueados por contrafortes. A fachada encontra-se delimitada por pilastras de ângulo e remata com uma alta e elegante torre sineira. O portal apresenta lintel recto, sendo encimado por um nicho que envolve a imagem da Virgem.
A abóbada de granito separa a nave da capela-mor. Tem coro abalaustrado, baptistério e púlpito. O retábulo da capela-mor é do estilo renascença. Para além deste retábulo tem mais quatro laterais. Esta igreja é obra de um mestre pedreiro galego.
Descrição Complementar:
INSCRIÇÕES: em cartela sobre o portal: ANNO / DO S(e)N(ho)R / 1808; no relógio de sol colocado sobre a cornija da empena, no lado S.: ANO 'DE' 1807; na fachada lateral E., acima do capitel do cunhal apilastrado da frente, pintada: 1830 (entre dois pés de flor); na moldura do mostrador relógio instalado na fachada principal: 1.851; no retábulo-mor, pintada: RESTAURADA / OFICINAS / ANTº ALVES, SUC. "FILHOS" / BRAGA / 1980.
Fonte: Município de Valpaços, site oficial


















































quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A actual e florescente cidade de Valpaços remonta ao primeiro período da nacionalidade




A actual e florescente cidade de Valpaços remonta ao primeiro período da nacionalidade (século XII -XIII).
Os primeiros documentos escritos que citam Valpaços datam do século XII. O próprio topónimo tem uma raiz claramente pré-nacional. A freguesia terá começado por ser um pequeno reduto habitado por nobres e famílias senhoriais, atraídas por um conjunto de privilégios tendentes a povoar aquela região tão próxima de Espanha.

Antigamente, Vale de Paço (e depois Vale de Paços até ao século XIX) tem raízes talvez mesmo na pré-nacionalidade, o que não é de estranhar num território como o deste concelho em quê a arqueologia é notável desde a época romana e a toponímia, especialmente a antroponímica de filiação germânica, tão exuberante, constitui o melhor documento do povoamento pré-nacional do território.

O acontecimento mais importante da história de Valpaços deu-se seguramente em meados do século XIX. Em 16 de Novembro de 1846, durante a Guerra da Patuleia, aqui se defrontaram as tropas rivais. O movimento, que começara de forma espontânea e por ter características eminentemente populares, passava nesse momento a tomar proporções políticas. Cerca de duas dezenas de mortos marcaram a passagem por Valpaços de uma batalha que depois prosseguiu por terras de Murça.

Novembro, 6 - Costa Cabral, no exílio em Espanha, é nomeado embaixador nesse país.
Novembro, 7 - Saldanha sai de Lisboa comandando forças fiéis do exército, após a passagem em revista das tropas pela rainha e pelo seu marido.
Novembro, 16 - Acção de Valpaços, as forças governamentais do conde de Casal venceram as de Sá da Bandeira, comandante das forças da Junta.
Novembro, 20 - O que resta das forças de Sá da Bandeira, de regresso ao Porto, são atacadas pelas forças miguelistas de MacDonell.
Novembro, 25 - Forças miguelistas entram em Guimarães.
Dezembro, 3 - Tomada de Valença pelas forças governamentais

Segundo a lenda, participou no conflito o famoso Zé do Telhado, que inclusivamente teria salvo a vida ao visconde de Sá da Bandeira, ele que até fora lanceiro da rainha antes de se tornar salteador!

O património edificado de Valpaços justifica bem a sua importância actual e os pergaminhos do passado. Acima de tudo, a igreja paroquial. Muito ampla, é de uma só nave. No interior, pode observar-se o arco cruzeiro que separa a capela-mor (na qual se pode ver uma bonita imagem de Santa Maria Maior) do restante corpo do edifício.

Da arquitectura civil, uma referência para os paços do concelhos. Oitocentistas, a sua construção custou cerca de vinte contos. Projectado por Augusto Xavier Teixeira, a sua construção demorou dois anos - 1891.
Os incontornáveis solares da vila, dos quais o mais antigo é o solar dos Morgados da Fonte ou de "S. Francisco de Valpassos".

A 6 de Novembro de 1836, a aldeia de Valpaços é elevada, por decreto, à categoria de Município. O concelho actual tem uma constituição histórica muito singular, sendo formado pela totalidade do extinto concelho de Carrazedo de Montenegro (a metade sul), por metade, do também extinto concelho de Monforte de Rio Livre (o extremo norte) e por uma fracção do termo do antigo concelho de Chaves (Friões e Ervões) (ao centro, compreendendo a actual vila).

A sua constituição data do segundo quartel do século XIX e deve-se à Revolução Liberal que não hesitou em sacrificar velhos concelhos de venerandas e históricas raízes, pois se trata de representantes dos velhos julgados medievais e «terras» de Montenegro e Monforte.

Monforte de Rio Livre era uma vila e sede de concelho de Portugal, localizada na actual freguesia de Águas Frias, no município de Chaves. Teve foral em 1273, vindo a ser suprimido em 1853. A importância da vila esteve ligada ao seu castelo, sendo por isso alvo de diversos cercos e lutas, em especial durante a guerra da Restauração entre 1640 e 1668. No início do século XIX a vila encontrava-se despovoada e a sede do município tinha sido transferida para a freguesia de Lebução.

Valpaços foi elevada a vila em 1853, através de decreto real de 26 de Março, assinado por D. Pedro V, referendado pelo Marquês de Loulé. Em 1936, chegava finalmente a sua representação heráldica, agora revista para uma coroa de cinco castelos dado que passou a cidade em 6 de Novembro de 1999.

Valpaços foi elevada à categoria de cidade a 6 de Novembro de 1999, data em que a Assembleia da República, cujo presidente era Almeida Santos, aprovou o requerimento.
Fonte: Wikipédia

















































terça-feira, 8 de agosto de 2017

A amora nasce da silva e a silva nasce do chão



A amora é fruto da silva ou silveira, uma planta medicinal com propriedades anti-inflamatória e antioxidante. Suas folhas podem ser utilizadas como remédio caseiro para tratamento de osteoporose e cólicas menstruais.

A amora pode ser consumida fresca, em sobremesas ou em sucos que podem ser utilizados para ajudar a tratar diarreias e inflamações nas cordas vocais. Ela pode ser comprada normalmente em mercados, feiras livres e em lojas de produtos naturais.

O nome cientifico na amora-silvestre é Rubus fruticosus.

Para que serve a Amora
A amora-silvestre serve para ajudar no tratamento de inflamações das mucosas da boca, inflamações de garganta, infecções urinária, úlcera, inflamações cutâneas, rouquidão, inflamação na gengiva, artrose, controlar a glicose, infecções genitais e intestinais, normalizar a pressão arterial, melhorar as taxas de colesterol, prevenir a obesidade e estimular a memória.

Propriedades da Amora
A amora-silvestre possui propriedades diurética, antidiarreica, antioxidante, reguladora intestinal, cicatrizante, anti-inflamatória, bactericida, previne a osteoporose e diminui o risco de doenças cardíacas.

Modo de uso da Amora
As partes utilizadas desta planta medicinal são: As folhas, flores, frutos e raízes.
Chá de folhas de amoreira: Usar 1 colher (de chá) de folhas secas de amora para 1 xícara de água fervente. Juntar as folhas de amora e a água fervida e deixar repousar por 10 minutos. Em seguida coar e tomar 2 xícaras por dia para tratamento de diarreia e cólicas menstruais.
Suco de amora: Usar 100 g de amora para 1 xícara de água. Após lavar as frutas bate-las no liquidificador juntamente com a água. Em seguida tomar sem coar.

Este suco de amora é indicado para ajudar no tratamento de osteoporose, porém quando aquecido e adoçado com mel pode ser usado para tratar rouquidão, inflamação nas cordas vocais ou amigdalites.
















































domingo, 6 de agosto de 2017

Parabéns, Padre Ismael Teixeira





Parabéns, Padre Ismael Teixeira

Grandes histórias #4
O primeiro padre de ferro do mundo é português! Servindo a igreja nos últimos 16 anos, Ismael Teixeira sempre foi um homem de esportes, praticou rugby, Mountain bike e duathlon. O Ismael começou a interessar-se por triatlo há quatro anos, mas a natação era o problema. Começando as aulas de natação quase a partir de zero, em 2016 ele fez seu primeiro Ironman em copenhague e com 42 anos de espera ele vai completar o segundo grande desafio em Cascais.
















































Feira Franca em Valpaços
















































sábado, 5 de agosto de 2017

Preparar o chá de malvas


Preparar o chá de malvas

Coloque duas colheres de sopa de folhas de malva em uma xícara e meia de água filtrada. Ferva por dez minutos, então abafe quando estiver morno coe, adoce e beba, duas vezes por dia.

Para infecções da mucosa respiratória, cutânea e digestiva, dor no estômago, resfriados, gripes, má digestão, dermatite, expectorante. Utilize o chá de malva feito das raízes.

Para diminuir os mucos causados pelas gripes e resfriados e diminuir sintomas de diarreias. – O chá de malva das folhas e ramos.

Para furúnculos na pele, suavizar nas picadas de insetos e irritações da pele, acne e refrescar a pele utilizem compressas com o chá de malva.

Para inflamações da boca (aftas e gengivites) e garganta, utilize o chá de malva na forma de gargarejos.

Contra Indicação: 
Os diabéticos devem evitar qualquer tipo de malvas devido ao fato destas plantas converterem quimicamente em glicose.
Não deve ser consumida em casos de diarreia crónica. Em doses altas, ele pode causar desconforto abdominal e diarreia.
Fonte: Plantas e Frutos